Exame 17 Beta Estradiol (E2) - Primeira Amostra
Exame 17 Beta Estradiol (E2) - Primeira Amostra
R$ 200,22
Exame 17 Beta Estradiol (E2) - Primeira Amostra
R$ 200,22
Informações da coleta
Prazo do resultado
18 dias úteis
Material coletado
SALIVA
Método de coleta
Segunda a sexta-feira
Instruções de preparo
Preparo 17BE2: (17BE2)Medicação: Suspender medicamentos de uso oral, transdérmico ou injetável a critério clínico. Outros: Realizar a coleta antes de escovar os dentes, comer ou beber. Enviar amostra única para a realização deste exame. Para amostras subsequentes utilizar os mnem ônicos: 17BE22 (2ª amostra), 17BE23 (3ª amostra), 17BE24 (4ª amostra), 17BE25 (5ª amostra).
Exame 17 Beta Estradiol (E2) - Primeira Amostra
Saiba o que é o exame de 17 Beta Estradiol, para que serve na avaliação hormonal, fertilidade e menopausa, e como se preparar corretamente para a coleta.
O que é o Exame 17 Beta Estradiol (E2) - Primeira Amostra?
O 17 Beta Estradiol, também chamado de E2, é o principal hormônio estrogênico do organismo humano. Produzido principalmente pelos ovários nas mulheres e, em menor quantidade, pelas glândulas adrenais e testículos nos homens.
O estradiol é responsável pelo desenvolvimento das características sexuais femininas, regulação do ciclo menstrual, manutenção da saúde óssea e funcionamento do sistema reprodutivo.
Este exame mede a concentração de estradiol na saliva, permitindo uma avaliação não invasiva dos níveis hormonais ao longo do tempo ou em momentos específicos do ciclo.
Por ser a primeira amostra de uma série, o código 17BE2 representa o ponto de partida de monitoramentos hormonais seriados, frequentemente utilizados em acompanhamento de reprodução assistida ou avaliações dinâmicas do eixo hormonal.
Para que serve o exame
O exame de 17 Beta Estradiol é utilizado em diversas situações clínicas:
- Avaliação da função ovariana e reserva folicular;
- Investigação de irregularidades menstruais, como ciclos muito curtos, longos ou ausentes (amenorreia);
- Diagnóstico e acompanhamento da puberdade precoce em meninas (utilizado como exame inicial junto com o LH basal);
- Monitoramento de ciclos de estimulação ovariana em reprodução assistida;
- Avaliação do status da menopausa e acompanhamento de terapia de reposição hormonal;
- Investigação de hipogonadismo em ambos os sexos;
- Identificação de tumores produtores de estrogênio;
- Investigação de sangramentos vaginais de causa indeterminada.
Quais sintomas podem levar à realização do exame?
- Ausência ou irregularidade do ciclo menstrual;
- Fogachos (ondas de calor) e suor noturno, sugestivos de menopausa ou falência ovariana precoce;
- Infertilidade ou dificuldade para engravidar;
- Desenvolvimento sexual precoce em meninas (antes dos 8 anos);
- Desenvolvimento mamário em meninos (ginecomastia);
- Diminuição da libido;
- Ressecamento vaginal ou dispareunia (dor na relação sexual);
- Sintomas de deficiência estrogênica: osteoporose, ressecamento de pele e mucosas.
Quais as situações clínicas relacionadas a este exame?
- Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP);
- Falência Ovariana Prematura (FOP);
- Puberdade precoce (antes dos 8 anos de idade);
- Hipogonadismo hipogonadotrófico e hipergonadotrófico;
- Menopausa e perimenopausa;
- Tumores produtores de estrogênio (ovarianos, adrenais);
- Ginecomastia masculina;
- Infertilidade feminina;
- Doenças ósseas relacionadas à deficiência estrogênica (osteoporose).
É necessário algum tipo de jejum ou preparo?
Este exame é realizado em amostra de saliva. O preparo é específico e deve ser seguido rigorosamente:
- Realizar a coleta ANTES de escovar os dentes, comer ou beber qualquer coisa;
- Evitar escovar os dentes pelo menos 2 horas antes da coleta, para prevenir sangramento gengival que possa contaminar a amostra;
- Suspender medicamentos de uso oral, transdérmico ou injetável conforme orientação do médico;
- Informar se está grávida e a quantidade de semanas de gestação.
Os níveis de estradiol variam ao longo do ciclo. Em mulheres em idade fértil, os níveis de estradiol variam significativamente de acordo com a fase do ciclo menstrual. Os valores mais baixos ocorrem no início da fase folicular (menstruação), e o pico máximo ocorre próximo à ovulação. Após a menopausa, os níveis caem para valores muito baixos ou praticamente indetectáveis.
Por isso, é essencial informar ao laboratório a fase do ciclo menstrual no momento da coleta, pois os valores de referência variam conforme esse dado.
*As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a consulta médica. Procure sempre um médico para avaliação e interpretação dos seus resultados.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especialista em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial.
