Exame CTX - Interligadores C Terminais Beta-Cross-Laps
Exame CTX - Interligadores C Terminais Beta-Cross-Laps
R$ 162,84
Exame CTX - Interligadores C Terminais Beta-Cross-Laps
R$ 162,84
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO CONGELADO
Método de coleta
Segunda-feira
Instruções de preparo
Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (superior a 5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração. (CTX) Jejum: Aconselhável de 4 horas. (CTX)
Exame CTX - Interligadores C Terminais Beta-Cross-Laps
Entenda a importância do exame de marcador de reabsorção óssea que ajuda a monitorar a saúde dos seus ossos e a osteoporose.
O que é o exame CTX?
O exame CTX (Interligadores C Terminais Beta-Cross-Laps, também chamado de beta-cross-laps ou C telopeptídeo do colágeno tipo I) é um exame de sangue que mede a quantidade de fragmentos liberados quando o osso é naturalmente desmontado pelo organismo. Em outras palavras, ele captura os "pedaços que sobram" do processo de renovação óssea, processo que os especialistas chamam de reabsorção óssea.
Nossos ossos passam por um ciclo contínuo de destruição e reconstrução ao longo de toda a vida. O CTX mede especificamente a etapa de destruição desse ciclo. Quando os valores estão elevados, pode indicar que o organismo está degradando osso mais rápido do que consegue reconstruí-lo.
Dependendo do contexto clínico, os resultados podem estar associados a osteoporose, uso de certos medicamentos ou outras alterações metabólicas.
Por ser um marcador sensível e de coleta simples (apenas um exame de sangue), o CTX é amplamente utilizado tanto para avaliar o risco ósseo quanto para acompanhar a resposta ao tratamento de doenças que afetam os ossos.
Para que serve o exame Beta-Cross-Laps?
O exame serve principalmente para:
- Avaliar o metabolismo ósseo e a taxa de perda de massa óssea;
- Auxiliar no diagnóstico e acompanhamento da osteoporose;
- Monitorar a eficácia de tratamentos para osteoporose e outras doenças ósseas;
- Investigar alterações no remodelamento ósseo;
- Avaliar o risco de fraturas em pacientes com perda óssea acelerada;
- Acompanhar condições que afetam a saúde dos ossos, como hiperparatireoidismo e algumas doenças metabólicas ósseas.
O resultado do exame deve ser interpretado em conjunto com a avaliação clínica, histórico do paciente e outros exames laboratoriais e de imagem.
Quais as doenças relacionadas ao exame?
O teste pode estar associado à investigação ou ao acompanhamento das seguintes condições: Osteoporose, Osteomalácia, Osteodistrofia renal, Doença de Paget, Hiperparatireoidismo, Hipoparatireoidismo.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Sim, o exame CTX requer cuidados específicos para garantir a precisão do resultado:
- Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (superior a 5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
- Aconselhável jejum de 4 horas.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).
Perguntas frequentes
Um valor de CTX acima do intervalo de referência pode indicar que a reabsorção óssea está acelerada. Isso pode estar associado a condições como osteoporose, hiperparatireoidismo, metástases ósseas, entre outras. Apenas o médico que solicitou o exame pode interpretar o resultado dentro do contexto clínico de cada paciente.
Não. O CTX e a densitometria óssea (DEXA) avaliam aspectos diferentes da saúde óssea. A densitometria mede a densidade mineral do osso, enquanto o CTX mede a velocidade com que o osso está sendo degradado. Os dois exames se complementam e, em geral, são solicitados juntos ou em momentos distintos do acompanhamento.
Os níveis de CTX variam naturalmente ao longo do dia (são mais altos pela manhã) e ao longo da semana. Para que resultados coletados em momentos diferentes possam ser comparados com segurança, médicos e laboratórios recomendam padronizar a coleta: manhã, de segunda a quarta-feira, em jejum. Essa padronização torna o monitoramento ao longo do tratamento muito mais confiável.
